Economia
Extra vai ser multado pelo Procon por discriminação e método vexatório de cobrança
Autuação é consequência da prática de algumas lojas da rede de entregar bandejas sem carne para os clientes até que os produtos sejam pagos no caixa.
A rede de supermercado Extra deve ser multada pelo Procon-SP por discriminação e método vexatório de cobrança. O anúncio foi feito nesta terça-feira (18) pelo diretor do órgão de defesa do consumidor, Fernando Capez, após repercutir nas redes sociais a denúncia de que alguns supermercados da rede em São Paulo estavam entregando bandejas vazias de carne para os clientes até que os produtos fossem pagos no caixa. A multa pode chegar a R$ 10,9 milhões.
Ao G1, o diretor do Procon-SP disse ser “inaceitável” que um supermercado adote critérios de discriminação, em razão do local, ou por outro motivo, para não vender um produto de maneira normal. Isso porque, pelo que se sabe até o momento, a prática é adotada em somente algumas lojas e de bairros específicos de São Paulo.
No caso da denúncia que viralizou na internet, a bandeja vazia foi entregue a uma cliente do Jardim Ângela, na zona sul da cidade. O mesmo procedimento não seria adotado em lojas de regiões como Bela Vista e Guarulhos, por exemplo, segundo apuração do G1.
Caso seja comprovada a discriminação, a autuação do órgão pode ser feita com base no faturamento global da rede de supermercados, chegando a R$ 10,9 milhões o valor da multa. Porém, caso não haja comprovação e a prática tenha sido determinada pelos gerentes das unidades, a autuação deve ter base no faturamento de cada loja.
“Vai ser apurado e pode ser que a multa seja aplicada com base no faturamento global, e a empresa que vá se defender depois”, disse Capez ao G1.
A rede de supermercado Extra deve ser multada pelo Procon-SP por discriminação e método vexatório de cobrança. O anúncio foi feito nesta terça-feira (18) pelo diretor do órgão de defesa do consumidor, Fernando Capez, após repercutir nas redes sociais a denúncia de que alguns supermercados da rede em São Paulo estavam entregando bandejas vazias de carne para os clientes até que os produtos fossem pagos no caixa. A multa pode chegar a R$ 10,9 milhões.
Ao G1, o diretor do Procon-SP disse ser “inaceitável” que um supermercado adote critérios de discriminação, em razão do local, ou por outro motivo, para não vender um produto de maneira normal. Isso porque, pelo que se sabe até o momento, a prática é adotada em somente algumas lojas e de bairros específicos de São Paulo.
No caso da denúncia que viralizou na internet, a bandeja vazia foi entregue a uma cliente do Jardim Ângela, na zona sul da cidade. O mesmo procedimento não seria adotado em lojas de regiões como Bela Vista e Guarulhos, por exemplo, segundo apuração do G1.
Caso seja comprovada a discriminação, a autuação do órgão pode ser feita com base no faturamento global da rede de supermercados, chegando a R$ 10,9 milhões o valor da multa. Porém, caso não haja comprovação e a prática tenha sido determinada pelos gerentes das unidades, a autuação deve ter base no faturamento de cada loja.
“Vai ser apurado e pode ser que a multa seja aplicada com base no faturamento global, e a empresa que vá se defender depois”, disse Capez ao G1.
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RESPOSTA DO EXTRA
Em nota enviada ao G1, a empresa reconheceu que a prática “não é pontual”. Porém, afirmou que não faz parte da política interna de atendimento e que se trata de “falha de procedimento”. Por telefone, a assessoria de imprensa informou: “achávamos que era uma loja e, não sendo, estamos fazendo o que é possível internamente para que isso não aconteça mais e para que sigam o procedimento padrão”.
ENTENDA O CASO
A educadora Fabiana Ivo contou em suas redes sociais na última quinta-feira (14) que foi comprar carne para a mãe no Extra do Jardim Ângela, em São Paulo, e, depois de ter escolhido e pesado o produto no açougue, recebeu uma bandeja vazia com a orientação de que voltasse para buscar depois de pagar.
Ela disse ter sentido uma “sensação horrível” e questionou ao atendente o motivo para a conduta da loja. “A resposta à minha pergunta foi: ‘moça, pra evitar roubo'”, narrou. “Isso é uma afronta a toda a população das quebradas. Duvido que o mesmo acontece no Extra do Morumbi. Raiva resumiu meu dia”, desabafou.
Fonte: Diário do Nordeste
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