Brasil
Conselho Nacional de Economia Solidária volta a funcionar após cinco anos
Após cinco anos parado, o Conselho Nacional de Economia Solidária foi reinstalado pelo governo federal nesta quarta-feira (18). O colegiado tem como meta organizar a quarta conferência nacional e criar um marco regulatório para o setor, que busca relações mais justas e sustentáveis na produção, comercialização, finanças e consumo.
A conselheira Francisca da Silva, de Minas Gerais, defendeu que os empreendimentos de economia popular e solidária tenham menos tributos e mais reconhecimento. Ela disse que o setor valoriza o ser humano e pode competir com o mercado formal. Ela criticou o Simples Nacional e as dificuldades de formalização das cooperativas.
Ela também cobrou uma posição política do governo sobre a economia solidária. Ela relatou que conversou com o presidente Lula e pediu uma lei para o setor, não apenas recursos ou programas. Ela afirmou que queria ouvir o presidente falar sobre a economia solidária.
A economia solidária envolve diversos tipos de empreendimentos coletivos, como cooperativas de reciclagem, grupos de agricultura familiar, empresas cooperativas de crédito, coletivos ecológicos e produtores de alimentos orgânicos. Francisca destacou que esses empreendimentos aquecem a economia do país sem depender do Sine ou das empresas.
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