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O crescimento econômico no leste da Ásia e no Pacífico deve perder força em 2022, de acordo com análise do Banco Mundial. A expectativa é de 3,2%. Sendo que na previsão de abril eram 5%. Para se ter ideia de como o resultado pode ser frustrante, no passado a região avançou 7,2%.

A maior influência entre os 23 países é da China e suas rígidas políticas de contenção da Covid-19, que interromperam a produção industrial, as vendas domésticas e as exportações, relatou a instituição financeira.

A China teve seu crescimento estimado em 2,8% para este ano, uma desaceleração considerável em comparação à previsão anterior de 5,0%. Em 2021, a economia da China cresceu 8,1%, seu maior crescimento em uma década.

“Enquanto se preparam para a desaceleração do crescimento global, os países devem lidar com as distorções das políticas domésticas que são um impedimento ao desenvolvimento de longo prazo”, falou em comunicado oficial a vice-presidente do Banco Mundial para o Leste Asiático e Pacífico, Manuela Ferro.

Outro risco para as perspectivas da região, conforme a instituição financeira, foram os aumentos das taxas básicas de juros que os bancos centrais estão promovendo para combater a inflação crescente em todo o mundo. Esse aperto monetário tem gerado desvalorizações cambiais e saídas de capital.

Fonte: SBT News