Ceará
Ceará foi o segundo do Norte-Nordeste em número de pessoas com trabalho
Atrás apenas da Bahia, o Estado ainda tem predominância das ocupações informais. Tendência dos últimos dez anos foi de mais pessoas trabalhando e formalizando vínculos empregatícios, segundo dados do IBGE entre 2004 e 2014
O Ceará teve o segundo maior número de pessoas ocupadas nas regiões Norte e Nordeste no ano passado, mostram os dados da Síntese de Indicadores Sociais 2015, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado tinha 3,9 milhões de habitantes com algum trabalho, com maiores proporções entre os homens e os empregados informais.
O primeiro lugar nas regiões Norte e Nordeste é a Bahia (7 milhões de ocupados), enquanto São Paulo lidera o ranking nacional (22 milhões de ocupados). Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais são outros Estados à frente do Ceará. No Brasil, o total é de 91,8 milhões de pessoas que tinham trabalho durante a semana de referência da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) em 2014. A estatística inclui a população a partir dos 16 anos.
No Ceará, mais da metade dos trabalhadores tem empregos informais. A proporção é de 60,8% da população ocupada. Estar longe do trabalho formal é realidade para 62,7% dos pretos e pardos e para 43,9% dos brancos ocupados. Segundo o instituto, são três as categorias profissionais de baixa adesão ao Regime Geral de Previdência Social: trabalhadores domésticos sem carteira de trabalho assinada, empregados sem carteira e trabalhadores por conta própria.
Apesar de ainda dominar o mercado cearense, a informalidade vem decrescendo. Em 2004, a proporção era de 73% da população ocupada em trabalhos informais. A Capital também viu diminuir a proporção de trabalhadores informais: equivalia a 56% da população ocupada em 2004 e passou a abranger 44,1% dos empregos no ano passado.
Desemprego feminino
O documento do IBGE revela que todos os estados trazem maior presença masculina nas estatísticas de população ocupada. No Ceará, foram 2,3 milhões de homens e 1,6 milhão de mulheres trabalhando em 2014. A diferença também está na média dos salários. O rendimento médio mensal no Ceará é de R$ 1.136 para homens e R$ 959 para as mulheres.
Em dados gerais, a inserção feminina no mercado de trabalho cearense é inferior e de proporções semelhantes nos últimos dez anos. As mulheres correspondem a 41,9% dos trabalhadores em 2014, enquanto o percentual era de 42,6% em 2004.
Apesar do maior desemprego feminino, a última década teve aumento de 60% no número de mulheres ocupadas em trabalhos formais no Brasil. Na população masculina, esta variação foi de 43,6%, revela o IBGE.
Fonte: O Povo
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