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Jorge Zarif encerra jejum de 41 anos e é campeão mundial da classe Finn
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Foto: Divulgação[/caption]Brasileiro de 21 anos conquista título após Medal Race, na Estônia
Foto: Divulgação
Aos 21 anos, Jorge Zarif pôs fim a um jejum que durava desde 1972. Neste sábado, o paulista, considerado uma das promessas da vela brasileira, conquistou o título da Finn Gold Cup, considerado o Mundial da categoria. Na raia de Tallinn, na Estônia, o paulista precisava apenas disputar a Medal Race para ser campeão.
Zarif havia conquistado o Mundial Júnior em julho. Com a conquista deste sábado, ele se torna o mais jovem velejador a levar as duas competições.
– Estou muito feliz, é um sonho de vida. Tenho que me beneficiar disso. Quando se é campeão mundial as pessoas te olham diferente. Estou treinando com os melhores e tentando sempre me impor.
Bruno Prada, ex-parceiro de Robert Scheidt na classe Star, terminou a competição em 67º lugar. Para Zarif, porém, o companheiro de treinos é seu maior incentivador em meio a um panorama sem patrocínios.
– Quem segura a bronca é o Bruno. Não temos muitos patrocinadores na vela, e mais uma vez este esporte trouxe conquistas ao Brasil. Talvez com essa conquista e novos investidores possamos evoluir e vencer cada vez mais.
A paixão pelos barcos veio de família. O avô, João, tinha um barco oceânico. O pai, também chamado Jorge, que também competia na classe Finn, transferiu ao filho o DNA das competições. Jorginho perdeu o pai poucos depois de disputar contra ele a seletiva para as Olimpíadas de 2008, em Pequim. Então com 15 anos, o garoto de 1,91m fez da perda um incentivo para largar a natação de vez e se dedicar mais à vela para chegar aos Jogos Olímpicos, o que conseguiu no ano passado, quando fechou a competição na 20ª posição, mas ganhou muitos elogios do britânico Ben Ainslie, campeão nas últimas quatro Olimpíadas (um vez na Laser e três na Finn).
Antes de Zarif, Jörg Bruder havia sido o último brasileiro campeão da Gold Cup, em 1972, depois de conquistar também as duas edições anteriores, além de duas pratas (1966 e 1969) e um bronze (1968). Além dele, Carlos Biekarck, terceiro colocado em 1977, foi outro velejador do país a subir ao pódio. O Brasil é o quinto com maior número de conquistas; a Grã-Bretanha, com dez, é a maior vencedora.
*Globo Esporte
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