Brasil
Vacina injetável contra a pólio substituirá as gotinhas no Brasil em 2024
O Brasil vai trocar as gotinhas pela vacina injetável contra a poliomielite a partir de 2024, seguindo uma recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI). A mudança visa aumentar a proteção contra a doença, que já foi eliminada do país, mas ainda representa um risco global.
O novo esquema vacinal será composto por quatro doses, aos 2, 4, 6 e 15 meses de idade. A última dose será de reforço com a vacina inativada, que contém o vírus morto e não pode causar eventos adversos. A vacina oral, que contém o vírus atenuado, será retirada gradualmente.
A vacina inativada é considerada mais segura e eficaz que a oral, pois evita o risco de o vírus sofrer mutações e voltar a uma forma virulenta. Estudos mostraram que isso pode acontecer quando o vírus é eliminado no meio ambiente com as fezes das pessoas vacinadas.
O Ministério da Saúde afirmou que o Zé Gotinha, mascote da vacinação no Brasil, vai continuar na campanha de conscientização sobre a importância de imunizar as crianças. A poliomielite é uma doença grave que pode causar paralisia e até morte. A meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) é erradicar a pólio do mundo até 2030.
-
Brasil6 dias atrásGoverno federal cria medidas para combater cambismo digital e garantir água gratuita em eventos
-
Ceará6 dias atrásPesquisa da UFC identifica presença de bisfenóis em caranguejos de manguezais no Ceará
-
Noticias6 dias atrásMorre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Júnior, ícone da televisão Brasileira
-
Brasil4 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Brasil5 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Mundo6 dias atrásCardiologia mundial redefine conceito de infarto e alerta: exame de sangue isolado não basta para diagnóstico
-
Brasil5 dias atrásBrasil terá Japão e Singapura como adversários em amistosos de novembro
-
Brasil5 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
