Brasil
Vício em apostas movimenta R$ 17 bilhões em seis meses e provoca endividamento e empobrecimento no Brasil
O Brasil tem chamado atenção, de forma preocupante, pelo crescimento acelerado do vício em apostas on-line, fenômeno que já atinge milhões de pessoas em todo o país. Dados da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda revelam que, entre janeiro e julho de 2025, empresas de apostas esportivas e jogos digitais movimentaram R$ 17,4 bilhões. Reportagem da Folha de São Paulo destaca esse avanço, apontando para uma tendência que cresce rapidamente, especialmente entre jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade.
Esse volume expressivo de dinheiro não representa apenas lucros para o setor, mas também prejuízos diretos para a população. Os recursos gastos nas apostas deixam de ser investidos em alimentação, educação, saúde e outras necessidades básicas, agravando o empobrecimento de milhares de famílias. A expansão dos jogos online, como os populares “jogos do tigrinho”, evidencia a facilidade de acesso à jogatina, impulsionando uma cultura de apostas que promete ganhos fáceis, mas raramente entrega resultados positivos.
Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 17,17 milhões de brasileiros apostam com regularidade. A maioria dos apostadores é composta por homens (71,1%), sendo quase metade com idade em torno dos 30 anos. Em média, cada jogador gasta R$ 164 por mês, o que equivale a R$ 938 no período de seis meses. Esses dados refletem o impacto crescente da indústria das apostas no cotidiano das pessoas e alertam para a necessidade urgente de políticas públicas de regulação e prevenção do vício.
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