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Nações Unidas pedem ao Vaticano que denuncie os pedófilos à polícia
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(Foto:Reprodução)[/caption]Comitê pede à Santa Sé para “afastar de imediato as funções todos os autores conhecidos e suspeitos de abusos sexuais de crianças

(Foto:Reprodução)
Genebra – O Vaticano tem que afastar de seus cargos todos aqueles que abusaram sexualmente de crianças e denunciá-los à polícia, afirmou nesta quarta-feira (5/2) o Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança. Nas conclusões de um relatório, o comitê pede à Santa Sé para “afastar de imediato as funções todos os autores conhecidos e suspeitos de abusos sexuais de crianças, assim como denunciá-los às autoridades competentes para que os investiguem e sejam processados”.
O documento foi publicado após uma audiência celebrada no mês passado em Genebra, na qual membros do comitê, integrado por 18 especialistas em direitos humanos de todo o mundo, interrogaram uma delegação do Vaticano sobre sua política de luta contra a pedofilia. No relatório, o comitê afirma que a Igreja Católica não tem feito o suficiente para cumprir o compromisso de erradicar a pedofilia.
O comitê da ONU destaca “a profunda inquietação com os abusos sexuais cometidos contra crianças por integrantes de igrejas católicas que atuam sob a autoridade da Santa Sé”. Também recorda que os crimes cometidos por religiosos afetam “dezenas de milhares de crianças de todo o mundo”.
“O Comitê está muito preocupado de que a Santa Sé não tenha reconhecido a amplitude dos crimes cometidos, não tenha adotado as medidas apropriadas para enfrentar os casos de pedofilia e para proteger as crianças e tenha adotado políticas e práticas que propiciaram o prosseguimento dos abusos e a impunidade dos autores”, completa o texto.
O documento critica em particular a política de transferir de paróquia os padres pedófilos, uma prática que considera como uma tentativa de acobertar os crimes e evitar que sejam julgados pelas autoridades civis. “A prática da mobilidade dos criminosos, que tem permitido a muitos sacerdotes permanecer em contato com crianças e seguir abusando delas, continua expondo crianças de muitos países a um alto risco de sofrer abusos sexuais”, afirma o relatório.
Fonte: Correio Braziliense
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