As autoridades militares dos Estados Unidos consideram possivelmente mortos os sete fuzileiros navais e os quatro soldados do Exército que estavam em um helicóptero que caiu no Golfo do México após deixar a base militar de Eglin, na Flórida.

 

Segundo o Pentágono, os militares estavam fazendo um exercício de rotina durante a noite de terça-feira (10). Por volta das 20h30 locais (22h30 em Brasília), um dos helicópteros UH-60 Black Hawk caiu no mar.

Por volta das 2 horas, a Guarda Costeira encontrou parte dos destroços e alguns restos mortais, cujo número não foi divulgado. A operação de resgate é prejudicada devido à forte neblina que atingiu a região na noite de terça e na manhã desta quarta.

Os fuzileiros navais faziam parte de uma unidade de operações especiais com base em Camp Lejeune, na Carolina do Norte, enquanto a tripulação e o helicóptero pertenciam à Guarda Nacional do Exército em Louisiana.

O segundo helicóptero que participava do mesmo exercício pousou em segurança, afirmou o porta-voz da base militar de Eglin, Andy Bourland. Os nomes dos soldados desaparecidos estavam sendo retidos enquanto as famílias eram notificadas.

Argentina

Peritos argentinos trabalham na investigação do acidente aéreo, envolvendo dois helicópteros, que mataram dez pessoas na última segunda (9). Oito vítimas eram francesas, entre os quais os atletas Camille Muffat, Alexis Vastine e Florence Arthaud.

Fontes ouvidas pelo jornal “Clarín” sugerem que o acidente pode ser resultado de uma falha humana. “Não acredito que tenha havido uma falha mecânica. No vídeo, não se pode ver nenhum problema. Eles se chocaram porque não se viram”, afirmou ao jornal o piloto aposentado e ex-diretor de Aeronáutica de La Rioja, Ricardo Beale.

A Junta de Investigação de Acidentes de Aviação Civil (JIAAC) argentina informou que não serão adiantadas hipóteses. Na quarta (11), a autoridade requisitou informações sobre as aeronaves e os pilotos e também sobre as condições climáticas na região, embora vídeos feitos por moradores na hora do acidente mostrem que o céu estava aberto, o que enfraquece a hipótese de um problema provocado pelo clima. A JIAAC também informou que chegaram ao país os quatro representantes franceses que ajudarão na investigação. Eles seguiram para La Rioja, que fica a cerca de 1.000 quilômetros de Buenos Aires.

 

Fonte: O Estado CE