Brasil
Encerramento da Marcha das Margaridas teve presença de Dilma e compromisso com luta das trabalhadoras
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O encerramento da 5a Marcha das Margaridas, nesta quarta-feira (12), em Brasília (DF), teve uma caminhada de milhares de trabalhadoras rurais na Esplanada dos Ministérios e a presença da presidenta Dilma Rousseff, que, no ato final, apresentou novas propostas para o direito das mulheres.


Foto: Ricardo Stuckert/PR
O encerramento da 5a Marcha das Margaridas, nesta quarta-feira (12), em Brasília (DF), teve uma caminhada de milhares de trabalhadoras rurais na Esplanada dos Ministérios e a presença da presidenta Dilma Rousseff, que, no ato final, apresentou novas propostas para o direito das mulheres.
A presidenta afirmou que tem “tolerância zero” com a violência contra a mulher e que fará parcerias com polícias locais para a prevenção do feminicídio. Entre as propostas está a criação de patrulhas rurais para combater a violência contra a mulher no campo.
Também foi proposta a construção de 100 mil cisternas até 2018, o que garantirá o acesso a água. Com o projeto, agricultoras poderão implantar quintais produtivos agroecológicos. Também foi informado que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos esta sendo trabalhado.
“Vamos apoiar a implantação de quintais produtivos por meio dos programas existentes, como é o caso, por exemplo, do Programa Fomento para a Mulher Assentada da Reforma Agrária. Nós queremos ver as ‘margaridas’ com os seus quintais cheios de alimentos para a família”, discursou a presidenta.
No discurso que antecedeu o da presidenta Dilma Rousseff, a coordenadora-geral da Marcha das Margaridas, Alessandra Lunas, disse que a marcha não significava um enfrentamento, mas uma luta pelos direitos das trabalhadoras do campo. “Estamos na rua garantindo o não retrocesso do direito das trabalhadoras”, afirmou.
Na terça-feira (11), o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, reafirmou o compromisso com a reforma agrária no evento. “O primeiro é a luta pela reforma agrária, onde temos como meta assentar até o final do Governo Dilma todas as trabalhadoras e trabalhadores rurais que vivem debaixo da lona”, prometeu.
Margarida Alves
A Marcha recebe o nome da líder sindical Margarida Maria Alves, paraibana e a primeira mulher a presidir uma central sindical, lutava pelo direito dos trabalhadores e não se calava diante das dificuldades. A líder só teve sua voz calada quando foi assassinada por um matador de aluguel numa noite de agosto de 1983. As mulheres que seguem a manifestação que recebe seu nome ainda lembram de uma de suas mais famosas frase “Da luta eu não fujo”.
Fonte: Brasil de Fato
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