Economia
Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez desde junho de 2020
A previsão de alta da taxa básica de juros brasileira pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), causou uma desvalorização do dólar e fez com que a moeda americana ficasse abaixo do patamar dos R$ 5 pela primeira vez desde junho de 2020. A marcação mínima foi registrada por volta das 12h, com o dólar cotado a R$ 4,994.
Por volta das 13h, no entanto, a moeda americana já havia se recuperado e voltado a um patamar superior aos R$ 5, ficando cotado a R$ 5,006.
Apesar da flutuação, o dólar vem apesentando uma movimentação de queda nesta quarta-feira (17). A máxima do dia está marcada, até agora, a R$ 5,055. O valor foi registrado ainda no momento da abertura do mercado.
A última vez em que o dólar fechou uma sessão abaixo dos R$ 5 foi no dia 5 de junho do ano passado, quando a taxa de câmbio entre o real brasileiro e o dólar foi marcada em R$ 4,97. Por volta das 14h desta quarta, o dólar acumula uma queda de 0,72% em relação à moeda brasileira.
INSTABILIDADE DOS MERCADOS
A quarta-feira na Bolsa começou com os mercados internacionais em direções opostas, embora beirando a estabilidade, diante da expectativa da decisão da reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), às 15 horas (de Brasília), e mais ainda da entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell, na sequência. Na B3, o comportamento não é diferente, o que tende a ser agravado ainda pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa nesta quarta. Porém, por ora, prevalece o viés de baixa do Ibovespa, em meio a renovados temores fiscais e a incertezas em relação à MP que permite a capitalização da Eletrobras, cujo texto é esperado para ser votado nesta data.
A tendência é que o Ibovespa assim como as demais bolsas de Nova York e da Europa fiquem no “zero a zero”, diz Caio Kanaan Eboli, sócio e diretor operacional da mesa proprietária Axia Investing. Ele pondera que, a despeito de assuntos importantes no Brasil como se sairá ou não a aprovação da MP da Eletrobras e sobre questões fiscais, o investidor quer mesmo é saber se o Fed dará alguma pista sobre o início da retirada dos estímulos monetários.
Fonte: Diário do Nordeste
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