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Depois de ao menos dez casos de racismo contra Vinícius Junior, a Espanha resolveu agir
Depois de ao menos dez casos de racismo contra Vinícius Junior, a Espanha resolveu agir, detendo sete pessoas ontem. Três são homens, entre 18 e 21 anos, suspeitos de insultarem o atacante no domingo, no estádio Mestalla, do Valencia. Eles foram liberados após prestarem depoimento, mas devem responder por “crime de ódio”. O Valencia disse estar cooperando com as autoridades e prometeu banir os torcedores culpados do estádio. Em Madri, a polícia deteve quatro pessoas, entre 19 e 24 anos, por envolvimento no ato de 26 de janeiro, quando um boneco representando o brasileiro foi “enforcado” em uma ponte da capital. Já a Real Federação Espanhola anulou a expulsão de Vini Jr. na partida contra o Valencia em que ele foi agredido, inclusive com um mata-leão, e decidiu fechar por cinco rodadas a tribuna Mario Kempes, de onde partiu a maioria das ofensas no estádio. O clube foi multado em 45 mil euros (R$ 241 mil). Com a retirada da punição, o brasileiro poderá jogar hoje contra o Rayo Vallecano, no Santiago Bernabéu.
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