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Caixa e Petrobrás seriam privatizadas se Bolsonaro tivesse sido reeleito
A Caixa é outro alvo do Centrão. E Lula tem demonstrado que não está satisfeito com o desempenho de Rita Serrano à frente do banco. O nome já mencionado para substituí-la é o do mineiro Gilberto Occhi, que presidiu a instituição de 2016 a 2018, no governo de Michel Temer (MDB). Rita reclamou das condições em que achou a instituição. “Encontramos o banco desmantelado, preparado para privatizar suas principais operações e uma política de medo e assédio colocada dentro do banco, como no país.”
A Petrobras também estava no caminho da privatização, segundo Adolfo Sachsida, que entre 2019 e 2022, atuou no então Ministério da Economia e comandou o de Minas e Energia de maio a dezembro passado. “Nós iríamos privatizar a Petrobras se o presidente Bolsonaro ganhasse a eleição. Embora muita gente não acreditasse que isso fosse possível, a privatização da Petrobras estava sendo preparada pelo governo. Nós iríamos trazer, no espaço de um ano e meio, muita competição aos setores de petróleo e gás no Brasil.”
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