Política
Aprovações de reajuste de servidores de Iguatu gera insatisfação em movimentos sindicais
A chegada de algumas matérias que tratavam do assunto, instantes antes da sessão, gerou embate entre as bancadas na Câmara Municipal de Iguatu (CMI). Quatro de projetos que tratam diretamente do reajuste salarial de servidores de categorias distintas foram apreciados pelos vereadores no decorrer da última semana. Parte de algumas categorias mostrou insatisfação pelo reajuste concedido pelo poder público.
A concessão de reajuste de 10,18% aos profissionais do magistério público da educação básica do município de Iguatu ficou abaixo dos 33,24% sugeridos pelo Governo Federal, de acordo com a lei nacional do piso do magistério, conforme os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Por meio de nota, a pasta da educação municipal afirmou que o reajuste visa corrigir a defasagem salarial da categoria, obedecendo ao Índice Nacional de Preço ao Consumidor-INPC. Este aumento, ainda conforme o posicionamento, incidirá no salário básico da categoria, de forma linear, obedecidas às progressões salariais, garantindo-se o piso salarial aos que mesmo com o reajuste salarial não atinjam o limite mínimo estabelecido nacionalmente e com efeitos retroativos a janeiro de 2022.
Anulação
O sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Iguatu (SPUMI) na última segunda-feira, 14, anulou a decisão de parte do colegiado do dia, 08, e pedem nova negociação com o poder público.
O projeto foi aprovado na casa legislativa e seguiu pra sanção do prefeito. A base oposicionista que se absteve da votação alega que não houve tempo de estudar as propostas e promete pedir anulação da sessão junto ao Ministério Público.
O mesmo percentual foi dado ao quadro de servidores gerais. Apesar de aprovado em assembleia sindical, servidores tentam reaver a decisão internamente. Foram reajustados ainda os vencimentos dos servidores efetivos da Guarda Civil Municipal de Iguatu.
Nos três projetos que tramitaram em regime de urgência, e aprovados por ampla maioria da base governista, os vereadores de oposição se abstiveram de votar.
Em duas votações foi aprovado o reajuste dos vencimentos dos servidores da CMI. O repasse foi dentro da correção da inflação. Foi criada ainda por meio de projeto da mesa diretora a criação de um cargo de confiança.
O professor e filiado ao SPUMI, Clerton Queiroz de Oliveira, participou da edição dessa terça-feira, 15/02, do programa Mais Notícias e opinou sobre o resultado da votação na Câmara Municipal. Assista:
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