Política
Força-tarefa estuda punição a partidos políticos envolvidos na Operação Lava Jato

A força-tarefa do Ministério Público que atua na Operação Lava Jato, estuda a punição de partidos políticos – e não só a dos dirigentes das siglas – envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras. A responsabilização dos partidos é uma das propostas do Ministério Público Federal para combate à corrupção apresentadas pela instituição.

A força-tarefa do Ministério Público que atua na Operação Lava Jato, estuda a punição de partidos políticos – e não só a dos dirigentes das siglas – envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras. A responsabilização dos partidos é uma das propostas do Ministério Público Federal para combate à corrupção apresentadas pela instituição.
Questionado sobre a possibilidade de aplicar já nos casos da Lava Jato a punição, o coordenador da Força Tarefa que atua junto à Justiça do Paraná, Deltan Dallagnol, respondeu apenas que “medidas contra os partidos estão em estudo”. Ele não detalhou a forma de punição, mas assumiu que o grupo pensa em adotar a medida nesse caso concreto.
Até o momento, os partidos com maior envolvimento no esquema de desvio da Petrobras, segundo o ex-diretor Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, delatores da Lava Jato, são PP, PMDB e PT.
Proposta
Pela proposta do Ministério Público, que será enviada como anteprojeto de lei ao Congresso Nacional, partidos podem ser responsabilizados com multa ou até cancelamento do registro – esta última punição, nos casos de condutas de responsabilidade do diretório nacional.
De acordo com a proposta, os partidos podem ser multados com valor entre 10% e 40% dos repasses do fundo partidário relativos ao exercício no qual ocorreu o crime, podem ainda ser suspensos do recebimento de repasses do fundo ou ter o registro cancelado.
Proposta do MPF
“Se há algum partido que se vale de recursos não contabilizados de caixa 2, além das sanções eventualmente atribuídas aos candidatos, há que se prever também um mecanismo de responsabilização das próprias agremiações partidárias”, explicou o sub procurador-geral da República Nicolao Dino. A responsabilização dos partidos, pela proposta do MPF, é objetiva ou seja, não depende da comprovação de culpa na irregularidade. Com informações das Agências.
Fonte: O Estado CE
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