Economia
FGV indica inflação acumulada em 12 meses de 6,87%

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de dezembro com alta de 0,75%, o que representa avanço sobre o fechamento de novembro (0,65%) e ligeiro decréscimo na comparação com a última medição, referente à terceira prévia do mês (0,76%). Com essa variação, a taxa acumula alta de 6,87% entre janeiro e dezembro de 2014.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de dezembro com alta de 0,75%, o que representa avanço sobre o fechamento de novembro (0,65%) e ligeiro decréscimo na comparação com a última medição, referente à terceira prévia do mês (0,76%). Com essa variação, a taxa acumula alta de 6,87% entre janeiro e dezembro de 2014.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que cinco dos oito grupos de despesas pesquisados tiveram elevação de preços com taxas abaixo do registrado na apuração anterior. Entre eles habitação, que causou o maior impacto sobre o resultado (de 0,8% para 0,7%. Nessa classe de despesa, a maior influência foi da eletricidade residencial (de 3,24% para 2,65%).
Em educação, leitura e recreação, o índice variou 0,89% ante 1,19% sob o efeito da passagem aérea (de 21,60% para 14,7%) . No grupo transportes, a taxa ficou em 0,66% ante 0,73% e o principal motivo foi a perda de força do preço da gasolina (de 1,16% para 0,17%).
Em comunicação, houve alta de 0,49% ante 0,58% com destaque para a tarifa de telefone móvel (de 1,42% para 1%). No grupo despesas diversas , a taxa passou de 0,21% para 0,20% e entre os itens que contribuíram para esse leve decréscimo foram os alimentos para animais domésticos (de 1,13% para 0,83%).
Já os alimentos seguiram em direção oposta e subiram 1,06% acima do período anterior (0,85%). A elevação foi puxada pelos laticínios – cujos preços caíram com taxa menor do que na terceira prévia de dezembro (de -2,30% para -1,65%).
No grupo vestuário o aumento foi 0,72% ante 0,62% e as roupas masculinas foram as que mais subiram (de 0,9% para 1,18%). Em saúde e cuidados pessoais foi registrada a mesma taxa de variação apurada anteriormente (0,52%).
Os cinco itens que mais pressionaram a inflação no período foram: tarifa de eletricidade residencial (2,65%); batata-inglesa (19,44%); tarifa de táxi (8,67%) ; aluguel residencial (0,85%) e refeições em bares e restaurantes (0,48%). Já no período de janeiro a dezembro, os principais itens foram: refeições em bares e restaurantes (0,59%); tarifa de eletricidade residencial (0,38%); aluguel residencial (0,35%); plano e seguro de saúde (0,32%) e condomínio residencial (0,19%).
Fonte: AGENCIA BRASIL
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