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Gasolina vai aumentar R$ 0,34 por litro e, etanol, R$ 0,02
Os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e das Minas e Energia, Alexandre Silveira, detalharam a retomada dos impostos federais sobre a gasolina e o etanol a partir de hoje. A reoneração da gasolina será de R$ 0,47 por litro ante R$ 0,69 em vigor até maio do ano passado. Já o etanol, um biocombustível, terá uma cobrança bem menor, de R$ 0,02 por litro frente a R$ 0,24 antes. A cobrança parcial dos tributos será válida por quatro meses, durante a vigência da Medida Provisória que vai implementá-la. Como a Petrobras também anunciou uma redução de 3,93% no preço da gasolina na refinaria, ou seja, de R$ 0,13 por litro, o aumento do combustível na prática será de R$ 0,34 por litro, segundo o ministro da Fazenda.
Haddad explicou que os preços da gasolina e do etanol na bomba dependem da estrutura do mercado, mas ponderou que o Ministério de Minas e Energia entrará em contato com o Cade para evitar que os postos se apropriem do ganho gerado pela queda na refinaria. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis estima que o litro da gasolina suba R$ 0,25. O diesel, que teve o preço reduzido ontem pela Petrobras em 1,95% na refinaria, e o gás de cozinha continuarão isentos até dezembro, como previsto na MP editada em janeiro. O GNV e o querosene de aviação, que seriam reonerados a partir de hoje, permanecerão sem a cobrança por mais quatro meses.
Devido à retomada parcial da cobrança, para preservar a arrecadação de R$ 28,9 bilhões e cobrir o rombo das contas públicas, o governo criará um imposto de 9,2% sobre exportação de petróleo cru por quatro meses. A expectativa é arrecadar R$ 6,7 bilhões. Após esse prazo, caberá ao Congresso decidir se o tributo permanece ou não.
Após o anúncio, a presidente do PT Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que o presidente Lula teve sensibilidade para estabelecer uma alíquota menor do que a que vigorava antes da desoneração feita pelo governo Bolsonaro e que a missão “agora é construir na Petrobras política de preços mais justa” e rever a “indecente” distribuição de dividendos da companhia.
O ministro da Fazenda reiterou que a redução dos impostos federais foi uma ação eleitoreira de Bolsonaro, que só foi estendida por Lula em janeiro por causa da instabilidade pós-eleição. E disse esperar que a reoneração leve o Banco Central a antecipar o calendário de redução dos juros, hoje em 13,75%, e citou as atas do Copom para justificar sua posição.
Então… Joseph Stiglitz, vencedor do Nobel de economia, professor da Universidade de Columbia (EUA) e ex-economista-chefe do Banco Mundial (1997-2000) disse em entrevista que os governos de centro-esquerda se tornaram melhores gestores da economia do que a direita no século 21 e que Lula está certo sobre juros.
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