Política
Com confirmação das alianças, tempo de propaganda política na TV é definido
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Foto: Divulgação[/caption]
Às vésperas do fim do prazo para as convenções partidárias, o eleitorado brasileiro presenciou uma corrida frenética e ensandecida por alianças políticas que trouxessem tempo de televisão e palanques fortes nos estados para que os presidenciáveis pudessem ter espaço para expor propostas de campanha.

Foto: Divulgação
Às vésperas do fim do prazo para as convenções partidárias, o eleitorado brasileiro presenciou uma corrida frenética e ensandecida por alianças políticas que trouxessem tempo de televisão e palanques fortes nos estados para que os presidenciáveis pudessem ter espaço para expor propostas de campanha.
A data-limite é hoje, mas os tempos de televisão estão praticamente definidos (leia quadro).
A presidente Dilma Rousseff, com nove partidos coligados oficialmente terá aproximadamente 9 minutos e 40 segundos na propaganda eleitoral; Aécio Neves (PSDB e mais cinco legendas) terá 3 minutos e 10 segundos e Eduardo Campos (PSB e mais quatro partidos) terá ao seu dispor 1 minuto e 46 segundos.
Os acordos de última hora, contudo, incluíram nomeações às pressas para ministérios, defecções de último momento de aliados e necessidade de liberar acordos estaduais para fechar coligações no plano nacional. A convenção do PP, por exemplo, foi parar na Justiça, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi obrigado a ratificar a aliança do partido com a presidente Dilma Rousseff no plano nacional. “Não havia por que reclamar, já que não fizemos nada que estivesse contra os estatutos do partido.
Tanto que a bancada de deputados federais não reclamou da decisão”, disse o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), acrescentando que pepistas mineiros não questionaram a aliança apesar do efusivo discurso contrário feito pelo presidente do diretório de Minas, o governador Alberto Pinto Coelho.
O PR, para acatar a aliança nacional com Dilma, chantageou o Planalto e conseguiu a exoneração do ministro dos Transportes, César Borges, substituído por Paulo Sérgio Passos. Existe a expectativa de que a legenda recupere também o controle do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), presidido atualmente pelo general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, nomeado pela presidente Dilma em 2011, quando ela decidiu desalojar o PR do Ministério sob a acusação de superfaturamento em obras. “O PR pediu a porteira fechada para apoiar a presidente. Com a promessa de que isso acontecerá, não há por que o apoio não vir”, disse um interlocutor da legenda.
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE
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