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O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou a inclusão de nove militares no grupo que inspeciona as urnas eletrônicas e ampliou em sete dias o prazo para que possam acessar as informações. O acesso se dará até 19 de agosto.

No ofício, Fachin renovou “o reconhecimento deste tribunal, não apenas pela contribuição das Forças Armadas no âmbito da Comissão da Transparência Eleitoral (CTE), mas sobretudo pelo valioso suporte operacional e logístico prestado por elas em todas as últimas eleições”.

Na semana passada, o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, enviou ao TSE um ofício no qual pedia que a Corte incluísse nove militares no grupo de inspeção das urnas.

Os novos nomes são para um trabalho temporário. O governo quer mais técnicos no exame do código-fonte, já que são milhares de linhas de programação.

A CNN apurou que esses militares não serão integrantes da equipe de fiscalização. Eles são um reforço para agilizar e não há relação com a saída do coronel que foi retirado do grupo no início do mês.

Em 8 de agosto, os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, presidente e vice-presidente do TSE, enviaram ao ministro da Defesa ofício no qual comunicaram o descredenciamento de um coronel do Exército, do grupo de fiscalização das urnas.

Segundo o TSE, o oficial teria disseminado informações falsas sobre o sistema eleitoral e o caso está sendo apurado. A Corte, entretanto, deixou aberta a possibilidade de a pasta indicar outro nome para substituir o coronel do Exército, “caso entenda necessário”.

Fonte: CNN Brasil