Sindicato vê alta de até 13% em mensalidades e pede que escolas “facilitem pagamento”

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Presidente do Sieeesp aconselha que escolas conversem com os pais, aumentem o número de parcelas da anuidade e que não repassem os custos represados de uma vez em 2022

As escolas particulares deixaram de fazer reajuste de preços nas mensalidades durante o período em que ficaram fechadas por conta da pandemia de Covid-19. A expectativa, agora, é que o reajuste para o ano que vem acompanhe a inflação no Brasil.

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Pela lei 9.870, que regula o preço das mensalidades escolares, este valor só pode aumentar uma vez ao ano, de agora até dia 15 de dezembro, e a partir daí, ela tem que manter o ano inteiro. Esse preço de mensalidade não flutua.

O presidente do Sieeesp destaca que a escola não tem nada que a sustente a não ser a mensalidade que os alunos pagam.