Ao renunciar o Governo do Ceará e transferir o Executivo para sua vice, Izolda Cela (PDT), no início de abril, Camilo Santana (PT) deixou o Palácio da Abolição após sete anos no Poder como um dos mais populares políticos da “nova geração” no Estado. Reeleito em 2018 com quase 80% dos votos, foi sustentado por ampla aliança, com um estilo apontado como “moderado” e “habilidoso” por correligionários.

Agora, se prepara para a segunda disputa política no Legislativo como pré-candidato unânime da base governista ao Senado.

Alçado à vida pública pelos irmãos Ciro e Cid Gomes (PDT), Camilo, na última década, foi mantido como um dos principais membros do grupo governista, principalmente a partir do primeiro mandato como governador, em 2014. Analistas, no entanto, apostam em um novo momento de sua carreira política.

Caso leito em outubro, na análise de especialistas, o ex-governador tem em mãos a chance de explorar o capital político acumulado nos últimos anos. Isso o tornaria capaz, inclusive, de montar um grupo próprio, ao seu molde, se consolidando no papel de um dos principais líderes políticos no Ceará.

A ideia, no entanto, não é seguida por parte dos aliados que prefere apostar na liderança do ex-governador sem condicionar isso à formação de um novo grupo político.

Fonte: Diário do Nordeste

MAIS ROCK – Novas músicas do Interpol e do Journey e um especial em homenagem ao músico grego Vangelis

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui