(Foto: Reprodução)

Atual ministro da Saúde do Brasil, Eduardo Pazuello entregou ao presidente Jair Bolsonaro o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19. A cerimônia foi na manhã desta quarta-feira, 16, no Palácio do Planalto, em Brasília. Camilo Santana (PT) esteve presente com governadores de outros estados brasileiros.

Em seu discurso, o ministro disse que era necessário “se orgulhar” da capacidade do País em lidar com saúde pública. Defendeu que “o povo brasileiro tem capacidade de ter o maior programa de imunização do mundo” e destacou o protagonismo na fabricação de vacinas. “Nós somos os maiores fabricantes de vacinas da América Latina. Para quê essa ansiedade, essa angústia?”, questionou.

“Hoje, é o plano macro. Amanhã, estaremos definindo com o Ministério da Defesa a ida aos estados e vamos trabalhar para os planos estaduais rapidamente. Tudo isso custeado pelo SUS”, afirmou Pazuello. “Não podemos pôr em dúvida a credibilidade da nossa agência reguladora. Cuidado com as pessoas que falam da nossa Anvisa”.

O ministro disse ainda que “o mais importante” da cerimônia não era a apresentação do plano de vacinação. “É mostrar que estamos todos juntos. Todas as vacinas produzidas no Brasil, no Butantã, em qualquer indústria, terá prioridade para o SUS. Todos os brasileiros receberão a vacina de forma grátis, nos postos de vacinação”, completou.

Em fala ainda mais breve, o presidente Jair Bolsonaro se disse honrado com a presença dos governadores, mas provocou: “Se algum de nós extrapolou ou até exagerou, foi no afã de buscar solução”. Ele também prestou homenagem ao presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, e finalizou: “Se Deus quiser, brevemente estaremos na normalidade”.

Fonte: O Povo