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Um enfermeiro que, durante dois anos, prestou serviços ao Instituto Bíblico de Brasília, denunciou à arquidiocese da capital federal ter tido um caso com um padre que, à época, entre 2019 e 2021, era conselheiro e professor de hebraico e latim na unidade. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles.

O enfermeiro entregou à arquidiocese um dossiê com vídeos e conversas trocadas com o pároco num aplicativo de mensagens instantâneas. Procurado pelo Metrópoles, o padre Brás Costa negou ter mantido relações sexuais com o enfermeiro, dentro ou fora do Instituto. No entanto, o arcebispo de Brasília, dom Paulo Cezar Costa, já se manifestou contrário à permanência dele no território da arquidiocese.

“Dom Paulo Cezar já pediu providências ao bispo de Lugano, na Suíça, informando sua decisão contrária à permanência do padre Brás Ivan no território da arquidiocese de Brasília. Além disso, o arcebispo de Brasília continuará empenhando todos os esforços, dentro de suas competências canônicas, para resolver a situação”, informou, em nota, a arquidiocese.

No texto, a instituição explicou que Brás Costa não faz parte do clero de Brasília e que a responsabilidade sobre a situação canônica e religiosa do padre compete à diocese suíça, onde ele foi ordenado.

Fonte: Diário do Nordeste