Brasil
Luto por suicídio: Como lidar?
Lidar com a perda de alguém querido nunca é fácil, e quando um familiar ou amigo falece de forma inesperada, diversos sentimentos podem tornar o luto ainda mais complicado. No caso de morte por suicídio, é comum que esse processo seja marcado por culpa, e que os enlutados não encontrem abertura social para falar sobre a dor que sentem. Para que o luto seja elaborado de forma saudável, é essencial compartilhar os sentimentos. Falar, chorar e repetir a história quantas vezes for necessário.
Se você está se sentindo triste, tem pensamentos suicidas, intenções de ferir o próprio corpo, se sente sem esperança e pessimista na maior parte do tempo, ou conhece alguém que passa por essas situações, isso pode estar ligado a um problema de saúde mental. Há inúmeros tratamentos na rede pública ou privada capazes de oferecer ajuda. Exemplos de locais que podem ser procurados incluem o Centro de Valorização da Vida (CVV), que atende 24h pelo telefone 188 e sem custo de ligação ou via chat no cvv.org.br; o Movimento de Saúde Mental, no WhatsApp (85) 9 8106-7178; e o Hospital de Saúde Mental de Messejana, em Fortaleza, que dispõe de emergência 24 horas.
Nesse contexto, grupos de apoio podem ser um lugar para que sobreviventes do suicídio se expressem e aprendam, a partir de outros relatos, como outros enlutados ultrapassaram o primeiro ano ou as datas comemorativas. “Muitas vezes, aquele modelo pode não caber para você, mas é uma luz. No grupo, há aquela coisa de segurar a mão do outro quando a pessoa está em um dia mais sofrido”, afirma a psicóloga.
Nos grupos de apoio oferecidos pelo Instituto, Lucinaura atua tanto como psicóloga quanto como mãe enlutada. A organização foi fundada em 2013, cinco anos após o suicídio de Bia, como uma maneira de a família lidar com seu próprio luto e ajudar outras pessoas em situações semelhantes. Isso também representou uma mudança completa de vida para Lucinaura. Formada inicialmente em Geologia, ela passou a estudar Psicologia, especializou-se em prevenção e posvenção do suicídio e fez pós-graduação em Tanatologia.
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