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Fórum Mundial de Cidades discutirá novas metas para desenvolvimento global
Com a participação de representantes de governos nacionais, estaduais e municipais de 130 paíse, começa amanhã (5) em Medellín, na Colômbia, o 7º Fórum Mundial de Cidades (WUF, da sigla em inglês, Word Urban Forum).
Com a participação de representantes de governos nacionais, estaduais e municipais de 130 paíse, começa amanhã (5) em Medellín, na Colômbia, o 7º Fórum Mundial de Cidades (WUF, da sigla em inglês, Word Urban Forum).
Durante seis dias, eles vão discutir a chamada Agenda Post-2015, processo que definirá o futuro marco do desenvolvimento global, após os Objetivos do Milênio, conjunto de metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem alcançadas até o ano que vem.
O Fórum Mundial de Cidades, organizado pelo Programa da ONU para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), espera receber 10 mil participantes de setor público, entre eles representantes dos setores público, privado e acadêmico estarão presentes. Cerca de 50 ministros de Estado e 500 prefeitos já confirmaram presença.
Segundo a organização do evento, a maioria dos participantes veio do Brasil, Chile, Equador, da Espanha, dos Estados Unidos, do Quênia, México e da Nigéria. A cidade de São Paulo enviou uma delegação de dez pessoas, composta por secretários de governo e o prefeito Fernando Haddad.
No WUF, os participantes poderão trocar experiências, conhecer boas práticas e boas políticas, bem como estabelecer uma agenda comum de trabalho e identificar novos temas, especialmente na área de desenvolvimento urbano sustentável e igualitário.
Entre os assuntos, chama a atenção o desafio da integração e o reordenamento das cidades. A ONU-Habitat calcula que, entre 20 e 30 anos, 70% da população do planeta será completamente urbana. “Os conglomerados urbanos e as cidades podem estar saturados e novas cidades devem ser construídas”, assinala a coordenadora-geral do evento, Ana Moreno.
Haverá também mesas temáticas de gênero e mulher, investigadores urbanos, jovens e direitos humanos, organizações da sociedade civil, parlamentares, povos indígenas, setor privado e universidades.
Fonte: AGENCIA BRASIL
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