Os que quiserem usufruir do serviço de entrega de medicamentos em domicílio terão que arcar com o pagamento de uma taxa, tabelado no valor de R$ 2,99. A cobrança pelo serviço começa a partir do mês de maio.

A categoria afirma impacto financeiro que o serviço de entrega traz corresponde a praticamente 10% do faturamento bruto.

Cerca de 23 farmácias e drogarias da cidade se somam com a ideia de melhorar o serviço e garantir a manutenção e emprego dos profissionais entregadores. Apenas as farmácias que pertencem às grandes redes faziam a cobrança. A reportagem apurou que não são todos os estabelecimentos farmacêuticos que cobram a taxa.

Os proprietários de farmácias enxergam no mercado três gargalos que dificultam o trabalho desse serviço pelas lojas. A horizontalidade do município, custo dos combustíveis, e o hábito de não pedir todos os produtos em uma única farmácia.

As farmácias de Iguatu empregam cerca de 40 motoqueiros. Algumas optam por ter motoqueiro próprio. Outras terceirizam.

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) observa que a taxa para entrega só poderá ser cobrada se o consumidor for avisado previamente. O entendimento decorre do que dispõe o Código de Defesa do Consumidor em relação ao direito à informação. A Proteste recomenda que o consumidor pesquise entre vários estabelecimentos para comparar preços e verificar se existe a taxa de entrega.

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