Explosão em fábrica clandestina de fogos deixa um morto e três feridos em Iguatu. Foto Jan Messias
Explosão em fábrica clandestina de fogos deixa um morto e três feridos em Iguatu. Foto Jan Messias
Explosão em fábrica clandestina de fogos deixa um morto e três feridos em Iguatu. Foto Jan Messias
Explosão em fábrica clandestina de fogos deixa um morto e três feridos em Iguatu. Foto Jan Messias

No final da manhã desta sexta-feira, 9, uma explosão acidental em uma fábrica clandestina de fogos de artifício no sítio Retiro, a cerca de 12km de Iguatu, vitimou Francilucio Alves de Oliveira, de 62 anos, de acordo com o major Nijair Araújo, do corpo de bombeiros de Iguatu. A vítima estava trabalhando na fafricação quando a explosão aconteceu. A casa ficou totalmente destruída. A força foi tamanha que até mesmo o muro da casa vizinha caiu. Os estilhaços foram encontrados a até 200 metros do local. Fragmentos em chamas também cairam onde havia vegetação e houve um incício de incêncio nas proximidades.

Parte da explosão causou um princípio de incêndio do outro lado da rodovia. Foto Jan Messias
Parte da explosão causou um princípio de incêndio do outro lado da rodovia. Foto Jan Messias
Além da vítima fatal, outras pessoas se feriram, incluindo a esposa de Fancilucio, Luzinete Gonçalves de Freitas, de 55 anos, que foi levada ao Hospital Regional de Iguatu pela equipe do SAMU com queimaduras. Os filhos do casal também sofreram escoriações leves.
Susto
A explosão chegou a ser ouvida de muito longe, como relatou um morador de um sítio a 5km do local. Os vizinhos também se assustaram, mesmo já sendo acostumados a ouvir pequenas explosões de testes. “Eu pensei que fosse ele testando os fogos, que eu tinha costume de ouvir, mas quando vi foi a poeira cobrindo tudo. Vim ver, mas quando cheguei já tinha acontecido a tragédia”, afirmou a dona de casa Antônia Silva, que mora próximo ao local da explosão.
Orientação
A operação de controle das chamas e socorro às vítimas foi comandada pelo Corpo de Bombeiros de Iguatu. O major Nijair Araújo falou do perigo em armazenar material inflamável e explosivo. “A gente orienta a não armazenar esse tipo de material sem os devidos cuidados e permissão. Uma fábrica clandestina como essa representa perigo não só para quem lida diretamente com o material, mas também para quem mora por perto, por isso é importante sempre estar atento”, afirmou o Major. A operação contou com o auxílio da equipe do Samu para socorro à esposa da vítima.