Política
Encabeçada pela APRECE prefeitura de Iguatu adere à paralisação estadual

Iguatu e a maioria das prefeituras cearenses fecharam as portas durante toda esta última sexta-feira, 31, para protestar contra a crise que tem atingido diretamente os cofres municipais.

Iguatu e a maioria das prefeituras cearenses fecharam as portas durante toda esta última sexta-feira, 31, para protestar contra a crise que tem atingido diretamente os cofres municipais.
No decorrer do dia apenas a emergência dos hospitais municipais funcionaram normalmente. O movimento foi encabeçado pela a Associação dos Municípios e Prefeitos do Estado do Ceará (Aprece).
A cidade de Iguatu só confirmou participação no ato um dia antes. O prefeito, Aderilo Alcântara reuniu com o secretariado municipal, no dia 30 (quinta-feira), para esclarecer a sua equipe sobre os fatores motivadores que fizeram aderir à causa. No dia seguinte em coletiva de imprensa no auditório do SEBRAE, o gestor, tornou público a real situação da máquina pública, “não podíamos deixar de participar de um movimento com este, onde todas as cidades pararam suas ações para conscientizar as pessoas em relação aos problemas que esta crise causa a nossa cidade”, disse Aderilo.
Assim como a associação, o gestor de Iguatu argumenta ainda que o motivo da crise é a quantidade de programas federais injetados nas cidades, com receitas menores que as despesas, e redução dos recursos, principalmente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Aderilo aproveitou a ocasião para se pronunciar sobre as recentes publicações em redes sociais por parte dos servidores grevistas onde citam incoerência na decisão da prefeitura em aderir ao movimento. “Não aceito. Estamos num estado democrático e temos o direito assim como eles de se posicionar sobre essas problemáticas”, pontuou.
Entenda
O ato foi planejado após diversas assembleias com gestores municipais cearenses durante a semana que se passou. Em uma delas foi elaborada uma Carta em Defesa dos Municípios Cearenses que será assinada, pelo ao Governador Camilo Santana (PT-CE) e à Confederação Nacional dos Municípios (CNM). “A luta municipalista está em primeiro lugar. A paralisação não é uma mobilização contra o Governo, mas um chamativo para a situação de crise vivenciada pelos municípios”, afirmou o presidente Interino da Aprece e prefeito de Mauriti, Evanildo Simão.
A Carta também será entregue ao Poder Executivo e Legislativo Federal. Um cronograma foi elaborado pela associação e seguido pela maioria dos municípios como a discursão com temas como a saúde, educação, assistência social, seca, entre outros, embasado no eixo principal de um “Novo Pacto Federativo” e visitas às câmaras municipais para que os gestores consigam apoio dos vereadores. Cerca de 170 municípios participaram do ato.
-
Brasil2 dias atrásMarco Nanini pede desculpas após polêmica com retirada de intérprete de Libras durante peça
-
Brasil2 dias atrásAnvisa aprova novo medicamento para tratamento de câncer de pulmão avançado
-
Esportes2 dias atrásMorre aos 67 anos Jorge Veras, ex-atacante que marcou história no Ferroviário e no Grêmio
-
Mundo2 dias atrásPapa Leão XIV não precisará de tratamento adicional contra câncer de pulmão
-
Ceará2 dias atrásFuncionários da Amazon no Ceará denunciam salários abaixo do mínimo e relatam humilhações
-
Ceará2 dias atrásCidadãos podem solicitar imagens de câmeras de monitoramento de Fortaleza; veja como
-
Noticias2 dias atrásNordeste terá R$ 340 milhões para modernizar redes elétricas e reduzir cortes de energia
-
Brasil2 dias atrásInfluenciadora Malévola Alves e amiga são liberadas após prisão no Egito
