(Foto: Reprodução)

Em operação realizada na manhã desta segunda-feira (8), mandados de busca e apreensão foram cumpridos na prefeitura de Itatira, no interior do Ceará. A ação foi realizada pela Delegacia de Combate à Corrupção (Decor). O Grupo Cidade de Comunicação (GCC) entrou contato com os telefones divulgados no site da Prefeitura de Itatira e aguarda retorno.

Conforme a Polícia Civil, as investigações também aconteceram na residência do prefeito. O gestor municipal é acusado pela polícia de ter montado um esquema criminoso para fraudar licitações na prefeitura e desviar dinheiro público. Os filhos são suspeitos de participação no crime.

A Polícia Civil do Estado do Ceará deflagrou a operação “Empresa Adormecida”, com o “objetivo de coletar novas provas sobre a suspeita de fraudes em licitações e lavagem de dinheiro no município de Chorozinho”, no dia 2 deste mês.

Os alvos da ofensiva são pessoas ligadas a empresas que prestavam serviços públicos. A ação foi desenvolvida em conjunto com o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE). O Grupo Cidade de Comunicação (GCC) entrou contato com os telefones divulgados no site da Prefeitura de Chorozinho, mas as ligações não foram atendidas.

Ao todo, cem policiais civis deram cumprimento a 36 mandados judiciais, que englobam “busca e apreensão domiciliares, prisão, monitoração eletrônica e afastamento de função pública, além de sequestros de veículos e bloqueio de ativos financeiros em contas bancárias relacionadas aos alvos da investigação”. As ordens judiciais foram cumpridas em endereços nas cidades de Fortaleza, Chorozinho, Caucaia e Pacajus.

A operação foi desenvolvida pela Delegacia de Combate à Corrupção (Decor), vinculada ao Departamento de Recuperação de Ativos (DRA), com o apoio Departamento Técnico Operacional da Polícia Civil (DTO).

Conforme investigações, que já são desenvolvidas há um ano, empresários e “laranjas” montaram um suposto esquema criminoso voltado a fraudar licitações em Chorozinho e cidades vizinhas. Há ainda a suspeita do envolvimento de servidores públicos vinculados às empresas.

Fonte: GCMAIS

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