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O Ceará teve um faturamento superior a R$ 1,2 bilhão em compras online no segundo trimestre de 2022. De acordo com dados da Neotrust, empresa de inteligência de mercado para e-commerce, foram mais de 2,3 milhões de pedidos realizados pelos consumidores cearenses, o que representou uma alta de 7,67% em relação ao mesmo período do ano passado.

Conforme o levantamento feito pela consultoria, o valor do ticket médio gasto pelos cearenses nas compras virtuais entre maio, junho e julho foi de R$ 532,68, que ficou acima da média nacional (R$ 407,9). Em todo o Nordeste, o faturamento chegou a quase R$ 7 bilhões. (R$ 6,97 bilhões).

Entre os produtos mais consumidos via e-commerce no trimestre estão os das áreas de telefonia, eletrodomésticos, eletrônicos, informática, moda e acessórios.

O método de pagamento mais utilizado foi o cartão de crédito (61,5%), seguido de boleto bancário (14,7%) e PIX (5,6%).

O especialista no mercado de e-commerce, Thalles Lima, afirmou que os consumidores não precisam ter medo de se lançar nesse mercado. Ao g1, ele deu dicas para quem pretende empreender via e-commerce e deu dicas para que os clientes se sintam à vontade na hora de realizar compras no ambiente virtual, sem, contudo, deixar de ter alguns cuidados.

Para iniciar a vender somente pela internet é preciso construir uma estrutura online e decidir se vai criar um novo site ou alugar um para hospedar os seus produtos.

“Caso você escolha ter um site exclusivo seu, é importante pensar em quais as formas de pagamento você irá aceitar como pagamento, existem hoje diversos gateways de pagamento que você pode utilizar para terceirizar o processamento dos pagamentos dos clientes de forma segura. No caso de utilizar alguma plataforma já existente, ela já tem o método pagamento próprio e você não precisará se preocupar com isso. Com toda estrutura pronta, a processamento de pagamentos configurados, você precisará trabalhar o marketing digital, até porque, nada adianta termos um site bem estruturado, mas não ter clientes para comprar”, explicou.

Escolhida a forma de hospedagem dos produtos a serem comercializados online, é preciso decidir sobre a melhor plataforma, inclusive olhando os concorrentes, segundo Thalles.

Fonte: G1