Dia-a-Dia com Maria
Dia-a-Dia com Maria: Os ídolos mortos por overdose
O uso das drogas, além de comum nos tempos hodiernos, tem sido motivo de preocupação por parte dos governos, uma vez que a relação de mortes violentas, sejam no trânsito ou em outras circunstâncias, na maioria dos casos, vinculam-se diretamente ao uso de determinadas substâncias.

O uso das drogas, além de comum nos tempos hodiernos, tem sido motivo de preocupação por parte dos governos, uma vez que a relação de mortes violentas, sejam no trânsito ou em outras circunstâncias, na maioria dos casos, vinculam-se diretamente ao uso de determinadas substâncias.
A morte de Michael Jackson levou muitas pessoas a se perguntarem quais as razões que levam pessoas ricas e famosas a desprezar a vida. Ídolos de todas as gerações vão embora muito cedo, deixando para os seus fãs uma sensação de vazio, de perda.
Michael Jackson vem apenas confirmar o que virou marca no mundo da música, do teatro, da literatura e de muitas outras artes. Muitos gênios superam barreiras intransponíveis para chegar ao topo, mas depois que atingem o lugar mais alto o que veem é um abismo e não conseguem se livrar do desejo de mergulhar na escuridão, da ânsia de saltar para o desconhecido. É como se fosse uma busca pelo lado obscuro da existência.
James Dean, era conhecido por uma agitada vida social, fumava e bebia, e possuía um enorme fascínio por carros velozes e pela velocidade em si – paixão que lhe custou a vida. Animal selvagem de Juventude Transviada, talvez seja o exemplo mais claro das loucuras do mundo do cinema. Morto aos 24 anos, fumava, bebia e tinha paixão por carros velozes. Espatifou-se num acidente automobilístico fatal. No dia em que morreu, Dean ainda esgotava ingressos com o seu primeiro filme.
Janes Joplin, a maior estrela feminina do lendário festival de Woodstock, também morreu aos 27 anos. A causa do fim da autora do álbum Pearl: overdose de heroína.
Jimi Hendrix, o maior guitarrista de todos os tempos, se foi aos 27. Gostava de LSD e morreu após uma overdose de comprimidos para dormir e vinho.
Jim Morrison, por exemplo, vocalista do The Doors, viveu apenas 28 anos. Deixou os palcos no auge da carreira, em 1971. Apareceu morto na banheira do apartamento, em Paris. Consumia heroína e não faltam especulações sobre a causa da morte.
Ídolos brasileiros não ficam de fora dessa lista de tragédias pessoais. Elis Regina, uma das mais brilhantes vozes da música popular brasileira, se apagou antes de completar 37 anos. A “Pimentinha” abusou de cocaína, tranquilizantes e bebida alcoólica.
Outros músicos não morreram de overdose, mas tiveram a carreira interrompida cedo pela “loucura” a qual viviam, com abusos de drogas, álcool e sexo.
Cazuza se foi vítima de Aids e Bob Marley, o fenômeno do reggae, não resistiu ao câncer depois de anos e anos fumando maconha sem nenhum controle.
No teatro, no cinema e na literatura as tragédias pessoais também não faltam. Na poesia, um caso marcante é de Arthur Rimbaud. O “enfant terrible”, autor de Une Saison en enfer (Uma temporada no inferno) e Iluminations, abandonou as letras no auge da fama, em Paris, e partiu para o mundo dos desiludidos. Foi mendigo, virou traficante de armas e acabou morto aos 37 anos, em Marselha.
Oscar Wilde, o criador de O Retrato de Dorian Gray, era reconhecido também pelas suas excentricidades. Deixou o mundo aos 45. Drogava-se!
A lista de nomes é extensa
Foi isso que aconteceu com Amy Winehouse, que se foi precocemente, aos 27 anos, numa combinação autodestrutiva de álcool, drogas e depressão levou embora muitos outros grandes mitos da arte, entre os quais, Marilyn Monroe que teve seu triste fim aos 36 anos, falecendo em sua casa na Califórnia.
Maysa Monjardim Matarazzo – Vivendo isolada na casa de praia, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa enquanto dirigia sua Brasília azul em alta velocidade, na Ponte Rio-Niterói.
O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente.
Elvis Presley – Seu declínio físico e espiritual, assim como sua dependência em uma variedade de drogas prescritas, está ligado à sua morte. Ele alegava que precisava das drogas para manter a energia no palco e de drogas para dormir após suas apresentações, mas algumas das drogas prescritas que chegavam às sua mãos não eram destinadas para esses propósitos. Durante a década de 70, o uso excessivo das drogas consumidas por Elvis evoluiu para um nível de abuso assustador.
Brian Jones – Membro-fundador da banda The Rolling Stones, Brian foi encontrado morto boiando na piscina em uma mansão de Londres. Ele teria tido uma overdose seguida de afogamento.
Ainda nesse elenco, Castro Alves, Cássia Eller e outros tantos com seus dramas e finais levam-nos a certificar que viver e morrer são atos inexoráveis.
FONTES:
HYPERLINK “http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2011/07/24/grandes-artistas-e-sua-autodestruicao” http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2011/07/24/grandes-artistas-e-sua-autodestruicao
http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Dean
*Mariazinha é Servidora do IFCE Campus Iguatu e Advogada
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