A bancada cearense foi unânime em apoiar a apuração do caso, mas apenas Cid Gomes (PDT) e Tasso Jereissati (PSDB) assinaram o termo. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os atos golpistas em Brasília no domingo, 8, alcançou o mínimo de assinaturas necessárias para ser protocolada.

Eduardo Girão (Podemos) afirmou esperar a volta dos trabalhos do Legislativo, em fevereiro. Sob orientação de sua equipe jurídica, ele afirmou que uma CPI agora não teria efeito legal e prático pois a instalação só poderia ocorrer com os novos parlamentares eleitos. “Mas confirmo que pretendo assinar no começo da nova legislatura quando terá a oportunidade de existir, de fato, uma comissão parlamentar de inquérito”, pontuou o senador.

Tasso foi o primeiro a assinar o requerimento, já Cid havia adiantado, por meio de assessoria, que iria assinar. Posteriormente, o pedetista confirmou a assinatura e ressaltou que é “preciso” apurar se há financiadores na invasão e depredação de prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).